Le Marché de Noël

30 11 2009

Já aqui tinha falado do mercado de Natal em la Défense e tinha ficado prometida a reportagem. Pois bem, aqui está ela:

O mercado de Natal é uma espécie de magaz…, não! É mais parecido com a feira do artesanato, no Estoril. Vende-se de tudo um pouco: roupa, bordados, candeeiros, brinquedos, comes & bebes, … Mas há alguma incidência em produtos artesanais.

Aqui ficam as fotos:

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Cá também se vendem castanhas e também se chamam castanhas, embora com a tradução devida:

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E para o fim, a jóia da coroa. Estavam também a vender cursos de pilotos de avião e helicóptero!

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Beijinhos e abraços!





La Portugalité

29 11 2009

Nem sei se a expressão existe, mas aposto que todos perceberam.

Depois de umas semanas sem dar pela existência dos compatriotas tugas por estas terras, ontem foi uma overdose 🙂

De manhã fui ver um apartamento e a senhoria – portuguesa.
Depois fui fazer uma caminhada e passei por um restaurante de nome “Saudade” onde há, entre outras coisas, Pasteis de Bacalhau, Bacalhau à Brás, Carne de Porco à Alentejana. E o nome dos pratos está escrito em português (vi a ementa na rua).
Quando fui almoçar (uma experiência falhada com um crepe salgado), sentou-se na mesa ao meu lado um casal de turistas portugueses. É engraçado como nos dá vontade de falar – Quando saí voltei-me para eles e disse: “Boa tarde e bom apetite”. Foi uma festa 🙂

No fim do dia recebi a chamada da senhoria portuguesa a dizer que tinha sido o escolhido para ficar com o apartamento. Urra!

Vou ficar no 5éme arrondissement que é bastante próximo do centro. Vou ter que passar a andar de metro e RER todos os dias. Mas os transportes aqui são fantásticos e, no total, sou capaz de demorar apenas mais 15 minutos do que agora!

Hoje, quando fui às compras, estava um grupo de percussionistas a deambular pelo centro comercial. Imaginem subir uma escada rolante e ter esta recepção:

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Não cheirou tanto a Portugal como ontem, mas cheirou muito a Brasil.

 

Beijinhos e abraços!





Noël à la Défense

28 11 2009

Hoje deixo-vos aqui umas fotografias de uma cabana de natal que montaram aqui em La Défense:

 

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Foi inaugurado também esta semana o mercado de Natal. Prometo reportagem para breve.

 

Beijinhos e abraços!





La télé

26 11 2009

A televisão francesa é bastante diferente da nossa, pelo menos quando estou em casa. Não sei se aqui também há programa do Goucha de manhã, ou não.

Aqui no aparthotel há 6 canais generalistas franceses, deve ser o típico.

À noite ainda não vi telenovelas, nem concursos. Logo por aqui dá para ver a diferença. A programação é bastante rica em programas de debate, filmes e séries, especialmente policiais. Aqui passa o CSI em canal aberto e horário nobre, por exemplo. Agora (21:15) está a dar o 24 (quando oiço o telefone tocar, penso que é o meu do trabalho :))

Há também séries de origem francesa, com alguma incidência no género policial, e de qualidade assinalável. Bons argumentos e sem gafes aparentes, pelo menos para os meus olhos não muito treinados. Pela quantidade de actores e cenários envolvidos dá para perceber que os orçamentos são elevados.

As más notícias é que tudo é dobrado.

Programas de humor não são muito frequentes, em Portugal também não. Mas quando dá um programa de humor, não percebo absolutamente nada.

Para me despedir deixo aqui um pequeno momento Lauro Dérmico, já que pelos comentários ao post de ontem, parece que nem todos os seguidores o conhecem:

 

 

Beijinhos e abraços!





La religieuse portugaise

25 11 2009

No outro dia passei por um cinema que tinha em exibição um filme intitulado “La religieuse portugaise”. Pensei – Olha! Um filme português.

 

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Enganei-me. O filme é de um cineasta americano (Eugène Green) que está radicado em Paris e que, segundo o Le Monde, por falta de financiamento em (na) França, decidiu rumar a “Portugal, terra de todas as audácias cinematográficas”. Achei bastante curioso o título que nos deram. Afinal de contas, (a) França tem historicamente um papel “avant-garde” nas artes.

A crítica ao filme é bastante positiva e provavelmente até está em exibição em Portugal.

“Let’s look at a traila”:

 

Já agora não se esqueçam – Oles watch good moves.

 

Beijinhos e abraços!





La Seine

24 11 2009

Uma imagem vale mais do que 1000 palavras. Por isso, hoje passo directo para a imagem:

 

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Beijinhos e abraços!





Clavier AZERTY

23 11 2009

O teclado AZERTY, oh la la. Dominar o teclado AZERTY é quase o mesmo que ser bilingue. Aqui em (na) França, para além de se falar outra língua, a disposição das teclas do teclado também são diferentes.

Para quem não conhece o bixo, aí vai um esquema:

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O que chateia mais nem é a meia dúzia de letras que mudam de sítio.

O que chateia mais é todos os sinais de pontuação estarem em sítios diferentes. De vez em quando parece que voltei 20 anos atrás, com os olhos a percorrerem o teclado todo à procura de uma tecla.

Os números só estão disponíveis rapidamente no teclado numérico. Para usar os que estão nas teclas por cima das letras é necessário carregar no shift e na tecla.

O @ está no 0, em vez de estar no 2.

Para escrever um . é preciso carregar no shift + ; o que não é nada inteligente porque o . é muito mais utilizado que o ;.

Eles têm os ee logo com acentos, quando se carrega na nossa tecla 2, aparece um é. Quando se carrega no nosso 7, aparece um è. Como estou habituado a carregar na tecla do acento e depois na letra, volta e meia acontece-me carregar no “é” e no “e” a seguir. Sai um ée 🙂

Hoje descobri uma preciosidade. O Caps Lock também fica activo para as outras teclas. Ou seja, voltando ao exemplo do ponto, se o Caps Lock estiver activo e se carregar na tecla ; aparece um . Tal e qual como acontecia nas máquinas de escrever.

Uma coisa que me irrita bastante é o “undo”, estou tão habituado a fazer ctrl+z, que nem penso. Só que nestes teclados o z está onde está o w no QWERTY. Felzimente o x, o c e o v estão no sítio certo.

 

Para acabar uma foto do jantar. Já algum tempo que não fazia, aqui vai:

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Uma vez, pouco mais de 1.5m de amigo meu (Jorginho), explicou-me que o verdadeiro “produto do bom”, no que diz respeito a azeite, tinha que ser extraído a frio. Pois bem, eles aqui também são da mesma opinião:

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P.S. – 1.5m, mas 1.5m de grande qualidade.

 

Beijinhos e abraços!








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