Val de Loire–3ème Jour

5 09 2011

Como prometido, aqui fica o diário de bordo do 3º dia de viajem.

Tal como tinha adiantado, este dia foi completamente diferente dos dois primeiros. Enquanto até aqui temos estado a viajar pelo Renascimento, hoje vamos voltar ao contemporâneo.

O post de hoje é sobre o Futuroscope, um parque temático dedicado ao multimédia. Foi inaugurado em 1987, numa altura em que para o comum dos mortais, o 3D ainda era conseguido graças a óculos azuis e vermelhos.

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Hoje, 24 anos depois, as novas experiências em frente a telas gigantes, continuam a ser um dos pontos fortes do parque.

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Filmes projectados em cúpulas com um ângulo de visão de 360º, ou em salas com chão transparente e com uma tela que se prolonga por baixo dos nossos pés, continuam a ser atracções do parque. Mas, agora que o 3D começa a estar banalizado, o parque aposta no… 4D Smile

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O 4D é uma espécie de 3D+1, a melhor dimensão chinesa da actualidade. A dimensão que nos coloca os cabelos ao vento ou que nos atira água para a cara quando um boneco espirra no ecrã.

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E tudo isto em conjunto com uma arquitectura que faz jus ao nome do parque.

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O dia acabou com um espectáculo multimédia chamado “La note Bleue” e é bem verdade que a 3ª menor e a 3ª maior andaram bem entretidas pela banda sonora.

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Beijinhos e abraços!





Val de Loire–2ème Jour

3 09 2011

Hoje vamos continuar a nossa viagem no rasto do rio Loire.

 

O dia começou no mais bonito dos Châteaux que visitei neste périplo – Château de Chenonceau.

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Plantado diretamente sobre o rio Cher, um afluente do Loire, foi construído em 1513 e é também conhecido como “Château des Dames”, dado que durante a sua história foi construído, protegido e alargado sob a égide de senhoras.

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No hotel estava uma brochura que publicitava uns passeios de barco para visitar o monumento. Acabou por ser essa a opção e é altamente recomendada.

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Em 1560, foi aqui que se assistiu ao primeiro espetáculo de fogo de artifício em França.

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É propriedade privada e é o segundo Châteaux mais visitado em França, a seguir a Versailles.

Devido à enorme quantidade de visitantes, acabei por não visitar o interior porque fiquei intimidado com a fila para comprar bilhete.

 

 

Assim sendo, rumo ao Château de Villandry, cujo ponto principal de atração são os seus jardins.

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A sua construção terminou em 1536, sendo o último dos “Châteaux” construídos no Vale do Loire.

Foi construído no sítio de uma antiga fortaleza do século XII, da qual resta apenas a torre que se vê melhor na próxima foto.

 

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Foi nessa fortaleza que a 4 de Julho de 1189, Henrique II, Rei de Inglaterra assinou um tratado de paz, em jeito de rendição, face a Filipe Augusto, rei de França.

Em 1906 foi comprado por Joachim Carvalho, médico espanhol, que dedicou a sua vida à restauração do edifício e à construção do actual jardim.

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Uma das particularidades do jardim é ser composto, em parte, por hortícolas. Foi a primeira vez que vi tal conceito, mas resulta bem!

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Tempo de içar a âncora e navegar até ao próximo ponto de interesse – Château de Azay-le-Rideau.

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Foi construído entre 1518 e 1523 por Gilles Berthelot, tesoureiro do rei François I.

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Foi uma paragem rápida, a caminho do destino final do dia, Chinon.

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Chinon foi também o destino final, mas da vida, de Henrique II. O mesmo que assinou o tratado de paz em Villandry a 4 de Julho de 1189, aqui faleceu dois dias mais tarde.

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E assim acabou o segundo dia de “Châteaux”. Falta contar a história do 3º, que é bem diferente, eu diria mesmo que roça o antónimo dos dois primeiros.

 

Beijinhos e abraços!








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